Durante vários momentos serão feitas referencias para as variáveis de substituição do arquivo de configuração do Samba. Essas variáveis são substituídas por parâmetros especiais no momento da conexão dos usuários.
- %S: o nome do serviço atual, se existir. Seu uso é interessante, principalmente no uso de diretórios homes.
- %P: diretório raiz do serviço atual, se existir.
- %u: o nome do serviço atual, se aplicável. Esta variável é bastante útil para programação de scripts e também para criar arquivos de log personalizados.
- %g: o grupo primário do usuário %u.
- %U: o nome de usuário da seção (o nome de usuário solicitado pelo cliente; não é uma regra que ele será o mesmo que ele recebeu).
- %G: o grupo primário de %U.
- %H: o diretório home do usuário, de acordo com %u.
- %v: a versão do Samba.
- %h: o nome DNS da maquina que esta sendo executado o Samba.
- %m: o nome NetBIOS da máquina do cliente. Isto é muito útil para log de conexões personalizadas e outras coisas.
- %L: o nome NetBIOS do servidor. Como o servidor pode usar mais de um nome no Samba (aliases), é possível saber com qual nome seu servidor está sendo acessando e possivelmente torná-lo o nome primário de sua maquina.
- %M: o nome DNS da maquina cliente.
- %N: o nome do seu servidor de diretórios home NIS. Este parâmetro é obtido de uma entrada no seu auto.map. Se não tiver compilado o Samba com a opção - with-automount, então este valor será o mesmo de %L
- %p: o caminho do diretório home do serviço, obtido de uma entrada mapeada no arquivo auto.map do NIS. A entrada NIS do arquivo auto.map é dividida na forma "%N:%p".
- %d: a identificação de processo do processo atual do servidor
- %I: o endereço IP da maquina do cliente.
- %$(var_ambiente): retorna o valor da variável de ambiente especificada.
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